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Insuficiência cardíaca: prevenção é fundamental | Dr. Gilberto Nunes Cardiologista

O médico cardiologista Dr. Gilberto Lahorgue Nunes destaca a importância da prevenção para evitar essa que é uma das principais causas de internação e mortes no país.

A insuficiência cardíaca é uma das principais causas de hospitalização e mortalidade por doenças cardiovasculares no Brasil. É uma doença na qual o músculo cardíaco fica enfraquecido e, consequentemente, não consegue bombear o sangue de maneira adequada.

Dados do Datasus (Departamento de Informática do SUS) indicam que existe em torno de 2 milhões de  pacientes portadores de insuficiência cardíaca no país, sendo que a cada ano, 240 mil novos casos são diagnosticados.

As principais causas da insuficiência cardíaca são: hipertensão arterial, doença de artérias coronárias, infartos, síndromes coronarianas agudas, doença de válvulas, doenças infecciosas que podem comprometer o coração e algumas cardiopatias congênitas presentes desde o nascimento.

É extremamente importante a prevenção do seu desenvolvimento, sendo fundamental o diagnóstico precoce de qualquer doença cardíaca que possa eventualmente evoluir para uma insuficiência cardíaca. Para tanto, é preciso fazer revisões médicas periódicas para fazer o diagnóstico de doenças que, incialmente, são silenciosas, como a doença de coronárias e a hipertensão arterial sistêmica. Controle estrito da pressão arterial, evitar o consumo excessivo de sal e álcool, também fazem parte da prevenção.



Notícias Cardiologista Dr. Gilberto Nunes | Porto Alegre pexels victor freitas 841131 3Essa é mais uma dúvida frequente que surge entre os pacientes da clínica Dr. Gilberto Lahorgue Nunes. O médico cardiologista esclarece que depende do objetivo da realização do cateterismo, se para diagnóstico ou se para tratamento.

Confira as orientações:

Se for um cateterismo para diagnóstico, o que se recomenda é não pegar peso no dia em que o exame foi realizado. A partir do dia seguinte, pode se retornar às atividades usuais, inclusive frequentar a academia.

Se for um cateterismo para realização de um tratamento de doença cardíaca, a possibilidade de pegar peso vai depender das seguintes situações:

  • O tipo de doença
  • Se o procedimento foi bem sucedido
  • Se o problema foi completamente resolvido
  • Se não houve nenhuma complicação durante a internação hospitalar, que geralmente dura, pelo menos, 24 horas após a realização do procedimento.

Se o tratamento foi bem-sucedido e o problema resolvido, é possível voltar a pegar peso em poucos dias após a alta hospitalar.



O médico cardiologista Dr. Gilberto Lahorgue Nunes esclarece mais uma dúv ida frequente de seus pacientes.

Notícias Cardiologista Dr. Gilberto Nunes | Porto Alegre httpsbr freepik comfotosmulherMulher foto criado por ArthurHidden br freepik comaPara voltar a correr após um cateterismo, vai depender do objetivo desse procedimento: se foi um cateterismo para diagnóstico ou se foi para se realizar o tratamento de alguma doença cardíaca.

No caso do cateterismo diagnóstico, recomenda-se que as atividades físicas sejam retomadas no dia seguinte ao exame. Isso, se a análise não mostrar nenhum problema cardíaco que necessite de tratamento invasivo.

Quando se refere a um cateterismo realizado para tratamento de alguma doença do coração, depende do resultado dessa intervenção: se o procedimento foi realizado com sucesso, se o problema que motivou o tratamento foi completamente resolvido e, também, de quando a alta do hospital vai ocorrer.

Normalmente, quando se faz um cateterismo para tratamento, é necessário ficar 24 horas internado. A recomendação é de que, estando tudo bem e com o problema resolvido, haja um retorno gradual às atividades físicas, de maneira que, após 15 ou 20 dias após a realização do tratamento, o indivíduo possa retomar as suas atividades físicas totais, ou seja, pode retornar a fazer o que praticava antes, inclusive correr.

 

Créditos: Freepik

 



No Dia Nacional de Prevenção e Controle ao Colesterol, 8 de agosto, o médico cardiologista Dr. Gilberto Lahorgue Nunes faz um alerta.
Os níveis elevados do colesterol, especialmente o chamado colesterol ruim ou LDL, estão na origem de uma série de doenças cardiovasculares, como o infarto agudo do miocárdio e o acidente cerebral vascular (AVC).
O consumo excessivo de gorduras saturadas ou gorduras trans aumenta de maneira significativa os níveis do LDL colesterol e, consequentemente, o risco cardiovascular. Uma dieta saudável associada à prática regular de exercícios físicos estão na base da prevenção cardiovascular.



O médico cardiologista Gilberto Lahorgue Nunes participou do programa Mais Saudável, na Band TV, no dia 24 de julho, com um vídeo em que alerta para a importância de prevenir a ocorrência de doenças do coração por meio de hábitos saudáveis de alimentação, exercício físico regular, além de evitar o tabagismo. Fato relevante é que tem se observado, em anos recentes, doenças cardíacas em pacientes cada vez mais jovens, principalmente a angina e o infarto do miocárdio.



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O médico cardiologista Dr. Gilberto Lahorgue Nunes segue esclarecendo
dúvidas de pacientes e questões que chegam por meio de suas redes sociais.

Atenção para sinal de cansaço após cateterismo.

Não é normal sentir cansaço após o cateterismo. O procedimento não causa cansaço.

Se a pessoa apresenta cansaço ou dor no peito após o cateterismo é sinal de que algum problema aconteceu.

O cansaço pode ser um alerta para alguma complicação relacionada ao exame ou uma manifestação da doença cardíaca, que levou o médico a solicitar esse cateterismo.

Sentir-se cansado após o cateterismo é sinal de que alguma coisa não está indo bem e, consequentemente, o seu médico deve ser consultado imediatamente.



O médico cardiologista Dr. Gilberto Lahorgue Nunes explica como proceder após o exame.

 

Notícias Cardiologista Dr. Gilberto Nunes | Porto Alegre Pode trabalhar depois de fazer cateterismo

Uma das perguntas frequentes dos pacientes é se pode trabalhar depois de um cateterismo.

Independentemente da técnica utilizada, seja cateterismo via radial (pelo punho) ou via artéria femoral (pela virilha), no dia em que o procedimento foi realizado, não se deve trabalhar.

Após o cateterismo, é necessário que a pessoa fique um período de observação no hospital, que pode ser de 3 a 4 horas quando feito pelo punho, e de 4 a 6 horas quando pela virilha.

Geralmente, se a atividade profissional requer deslocamento, recomenda-se que isso ocorra no dia seguinte ao exame. Já se for um trabalho em casa, home office, no computador, por exemplo, é possível trabalhar no mesmo dia do procedimento após ser liberado para casa. “Sempre tendo o cuidado de, se o cateterismo tiver sido feito pelo punho, não forçar o braço no qual foi realizado, pegando peso ou digitando durante muito tempo no computador”, ressalta o cardiologista.

No caso de ter sido pela virilha, indica-se para o paciente não caminhar demais e não subir escadas frequentemente. Também é aconselhado, no caso de trabalhar sentado, tentar, na medida do possível, ficar com a perna em que foi feita a punção esticada.

 

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Comunicado recente da Organização Mundial de Saúde (OMS) destaca que existe uma ligação “provável” entre casos de inflamação no coração e a injeção de vacinas contra a covid-19 que usam a tecnologia de RNA mensageiro.

O médico cardiologista Dr. Gilberto Lahorgue Nunes explica a relação entre vacinas e o problema cardíaco, alertando que não há razão para pânico.

Recentemente, foram publicadas notícias na mídia sobre a ocorrência de miocardite após pessoas, especialmente nos Estados Unidos, terem recebido a vacina contra a Covid-19, especificamente, os imunizantes da Pfizer e da Moderna, uma tecnologia nova que utiliza o RNA mensageiro.

A miocardite é uma inflamação do músculo cardíaco, que pode se manifestar com episódios de falta de ar, dor no peito e, eventualmente, palpitações.

Alguns pontos são importantes de serem ressaltados em relação a essa ocorrência. Em primeiro lugar, tanto os órgãos americanos quanto os europeus de controle de vacinas revisaram criteriosamente todos esses casos. A miocardite após a vacinação é bastante rara. De modo geral, acontecem 41 casos por milhão de doses de vacina aplicadas.

Normalmente, essa reação acontece alguns dias depois de tomada a segunda dose da vacina. A maioria dos pacientes acometidos é de jovens do sexo masculino com idade abaixo de 29 anos. Outro ponto importante é que na grande maioria dos casos, o quadro de miocardite é leve e, normalmente, regride com cuidados convencionais para esse tipo de afecção.

Finalmente, a análise dos números de casos ocorridos quanto à gravidade, comparada com o número de pessoas imunizadas, levou a conclusão de que os benefícios da vacina contra a Covid-19 em muito superam os riscos de desenvolvimento de miocardite, que, como falado anteriormente, é bastante rara e tende a ser um acometimento leve.

Não há razão para pânico. Não há motivo para se evitar tomar a vacina. O fundamental é estar alerta para que, se após a segunda dose, especialmente se a pessoa tiver idade abaixo de 29 anos, surgirem alguns sintomas, como falta de ar, dor no peito ou palpitação, procure imediatamente o serviço de saúde para se avaliado.

Escute a explicação do Dr. Gilberto:



O médico cardiologista Dr. Gilberto Lahorgue Nunes ressalta que o tempo de repouso vai depender de por onde foi feito o cateterismo.

Qual o tempo de repouso para quem faz cateterismo?Como já abordado em dúvidas anteriores enviadas à nossa clínica, o cateterismo pode ser feito pelo punho (técnica radial) ou pela punção de uma artéria na região da virilha (técnica femoral). O tempo de repouso para o paciente vai depender do local no qual foi feito o procedimento.
Quando o cateterismo é feito pelo punho, o tempo de repouso é geralmente em torno de três a quatro horas, período no qual fica uma pulseira compressiva ou um curativo compressivo colocado no punho. Após esse período, a pulseira é retirada, e o paciente é liberado para casa. É importante ressaltar que durante esse tempo de observação no hospital, o paciente pode ficar sentado, pode se levantar e caminhar, ir ao banheiro, sem necessidade de repouso na cama.
Já quando o cateterismo é feito pela virilha, isso não acontece. O paciente tem que ficar imóvel, deitado, sem mexer a perna na qual foi feita a punção da artéria femoral, por um período que varia de quatro a seis horas. Só depois desse tempo é que o indivíduo é liberado para poder caminhar e, se tudo estiver de acordo com o esperado, então, ele pode ser liberado para casa.



O cardiologista Dr. Gilberto Nunes explica que os cuidados após a realização de um cateterismo estão diretamente relacionados ao local em foi feito o procedimento.

Notícias Cardiologista Dr. Gilberto Nunes | Porto Alegre WhatsApp Image 2021 07 08 at 12.15.49 e1625759010866Quais os cuidados após fazer cateterismo?

Os cuidados básicos após a realização de um cateterismo estão, geralmente, relacionados ao local no qual foi feita a punção da artéria para a realização do procedimento.

Quando o cateterismo for feito para diagnóstico, normalmente, o paciente fica de duas a três horas no hospital, se for feito pelo punho, e de quatro a seis horas, se feito pela virilha.

Em um cateterismo realizado pela virilha (via artéria femoral), nesse período de repouso a pessoa deve com a perna imóvel, para evitar ocorrência de sangramento no local da punção. Se o cateterismo for pelo braço (via radial), é feito um curativo compressivo, colocada uma pulseira, que vai sendo gradualmente desinsuflada, de maneira que a pessoa pode se movimentar livremente após a realização do procedimento.

Depois que o paciente de um cateterismo pelo punho for liberado para casa, a recomendação é de não fazer grandes esforços com o braço direito, no qual foi feito o exame, nas primeiras 24 horas, ou seja, não dirigir, não pegar peso.

No caso do cateterismo ter sido realizado na virilha, recomenda-se durante esse mesmo período (24 horas) não forçar demais a perna na qual foi realizado o exame, ou seja, não caminhar demais e não subir escadas de maneira frequente.

 


Dr. Gilberto Nunes | Clínica Cardiologista Porto Alegre