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Dieta após cateterismo: outra dúvida que surge entre pacientes da clínica Dr. Gilberto Lahorgue Nunes.
Confira a orientação do médico cardiologista.

O que pode comer depois de fazer cateterismo? Essa é uma pergunta frequente dos pacientes da Clínica Dr. Gilberto Lahorgue Nunes.

O médico cardiologista destaca que o mais importante é a recomendação com relação ao período que antecede ao cateterismo.
Depois do procedimento, o paciente pode voltar à sua dieta habitual.
O que se recomenda é que, antes da realização do cateterismo, a pessoa fique em jejum por um período de 8 horas. Isso porque esse exame ou tratamento, na maioria das vezes, é realizado com acompanhamento anestésico e uma sedação leve.
Para evitar a ocorrência de náusea ou de vômito é que se pede que o paciente que vai se submeter ao cateterismo faça o jejum de 8 horas antes do horário marcado para o exame.
Após a realização do procedimento, o indivíduo pode retornar para sua dieta de sempre, que pode ser tanto a normal quanto a dieta específica prescrita pelo seu médico.



Quem faz cateterismo pode beber cerveja? Mais uma dúvida trazida por pacientes da Clínica Dr. Gilberto Lahorgue Nunes.

O médico cardiologista explica que uma coisa não influencia na outra.

Sim, quem faz cateterismo pode beber cerveja. O consumo de álcool não tem nenhuma influência sobre o cateterismo cardíaco.

Beber não vai aumentar o risco de sangramento nem de ter uma cicatrização inadequada do local em que foi feita a punção.

Evidentemente, que o consumo de álcool precisa ser regrado. Não pode ser um consumo excessivo, porque isso traz consequências prejudiciais. Além do coração, o consumo exagerado de álcool pode afetar outros órgãos, como o fígado, por exemplo.

Interferência direta do ato de beber álcool após, ou antes, de fazer um cateterismo não existe.

 



Em artigo publicado hoje (2/9) em ZH, o médico cardiologista Dr. Gilberto Lahorgue Nunes alerta sobre a importância de estar atento a sinais e sintomas não valorizados antecedentes à ocorrência do infarto.

 

Como prevenir a tragédia da morte súbita

Nesse final de semana, fomos impactados pela morte de Tomaz Simon, um jovem de 49 anos, filho do ex-senador Pedro Simon. Tomaz teve morte súbita enquanto fazia compras num supermercado da capital.

As causas e os fatores de risco para o surgimento das obstruções das artérias coronárias são bem conhecidos, assim com as atitudes a serem tomadas para a prevenção da ocorrência do infarto.

Cuidados com a alimentação, atividade física regular, controle do peso, dos níveis de colesterol, da glicose e da pressão arterial (além da cessação do fumo) são ações fundamentais para quem almeja ter uma vida saudável e longa, livre da ocorrência de eventos cardiovasculares.

Entretanto, talvez nós, médicos, estejamos falhando um pouco em alertar e esclarecer as pessoas sobre os sintomas e sinais do infarto agudo do miocárdio.

Muito embora a literatura médica cite que em aproximadamente 40-50% dos casos, a obstrução de coronária aguda se manifesta de maneira súbita como um infarto ou morte súbita, quando avaliamos no consultório pacientes que sofreram um infarto, um número não desprezível deles relata algum tipo de sintoma premonitório da catástrofe cardíaca que se avizinhava.

Frequentemente, os pacientes contam que, nas semanas ou dias antecedentes à ocorrência do infarto, apresentaram sintomas não valorizados, como desconforto abdominal (geralmente confundido com indisposição gástrica), dores nos braços, nas costas ou na mandíbula, suor excessivo, cansaço inexplicável ou sensação de folego curto.

Todos esses sintomas podem ser sinais iniciais da presença de uma obstrução de uma coronária, especialmente em pacientes com fatores de risco como os listados anteriormente. Nesses casos, a procura do atendimento médico pode representar a diferença entre o diagnóstico precoce de um problema cardíaco ou a chance perdida de evitar um desfecho trágico como o de Tomaz Simon. Campanhas públicas maciças envolvendo entidades médicas e o poder público, educando as pessoas sobre como reconhecer precocemente os sintomas do infarto, são urgentes para prevenirmos mortes potencialmente evitáveis.



O médico cardiologista Dr. Gilberto Lahorgue Nunes destaca a importância da prevenção para evitar essa que é uma das principais causas de internação e mortes no país.

A insuficiência cardíaca é uma das principais causas de hospitalização e mortalidade por doenças cardiovasculares no Brasil. É uma doença na qual o músculo cardíaco fica enfraquecido e, consequentemente, não consegue bombear o sangue de maneira adequada.

Dados do Datasus (Departamento de Informática do SUS) indicam que existe em torno de 2 milhões de  pacientes portadores de insuficiência cardíaca no país, sendo que a cada ano, 240 mil novos casos são diagnosticados.

As principais causas da insuficiência cardíaca são: hipertensão arterial, doença de artérias coronárias, infartos, síndromes coronarianas agudas, doença de válvulas, doenças infecciosas que podem comprometer o coração e algumas cardiopatias congênitas presentes desde o nascimento.

É extremamente importante a prevenção do seu desenvolvimento, sendo fundamental o diagnóstico precoce de qualquer doença cardíaca que possa eventualmente evoluir para uma insuficiência cardíaca. Para tanto, é preciso fazer revisões médicas periódicas para fazer o diagnóstico de doenças que, incialmente, são silenciosas, como a doença de coronárias e a hipertensão arterial sistêmica. Controle estrito da pressão arterial, evitar o consumo excessivo de sal e álcool, também fazem parte da prevenção.



Essa é mais uma dúvida frequente que surge entre os pacientes da clínica Dr. Gilberto Lahorgue Nunes. O médico cardiologista esclarece que depende do objetivo da realização do cateterismo, se para diagnóstico ou se para tratamento.

Confira as orientações:

Se for um cateterismo para diagnóstico, o que se recomenda é não pegar peso no dia em que o exame foi realizado. A partir do dia seguinte, pode se retornar às atividades usuais.

Se for um cateterismo para realização de um tratamento de doença cardíaca, a possibilidade de pegar peso vai depender das seguintes situações:

  • O tipo de doença
  • Se o procedimento foi bem sucedido
  • Se o problema foi completamente resolvido
  • Se não houve nenhuma complicação durante a internação hospitalar, que geralmente dura, pelo menos, 24 horas após a realização do procedimento.

Se o tratamento foi bem-sucedido e o problema resolvido, é possível voltar a pegar peso em poucos dias após a alta hospitalar.



O médico cardiologista Dr. Gilberto Lahorgue Nunes esclarece mais uma dúv ida frequente de seus pacientes.

Para voltar a correr após um cateterismo, vai depender do objetivo desse procedimento: se foi um cateterismo para diagnóstico ou se foi para se realizar o tratamento de alguma doença cardíaca.

No caso do cateterismo diagnóstico, recomenda-se que as atividades físicas sejam retomadas no dia seguinte ao exame. Isso, se a análise não mostrar nenhum problema cardíaco que necessite de tratamento invasivo.

Quando se refere a um cateterismo realizado para tratamento de alguma doença do coração, depende do resultado dessa intervenção: se o procedimento foi realizado com sucesso, se o problema que motivou o tratamento foi completamente resolvido e, também, de quando a alta do hospital vai ocorrer.

Normalmente, quando se faz um cateterismo para tratamento, é necessário ficar 24 horas internado. A recomendação é de que, estando tudo bem e com o problema resolvido, haja um retorno gradual às atividades físicas, de maneira que, após 15 ou 20 dias após a realização do tratamento, o indivíduo possa retomar as suas atividades físicas totais, ou seja, pode retornar a fazer o que praticava antes, inclusive correr.

 

Créditos: Freepik

 



No Dia Nacional de Prevenção e Controle ao Colesterol, 8 de agosto, o médico cardiologista Dr. Gilberto Lahorgue Nunes faz um alerta.
Os níveis elevados do colesterol, especialmente o chamado colesterol ruim ou LDL, estão na origem de uma série de doenças cardiovasculares, como o infarto agudo do miocárdio e o acidente cerebral vascular (AVC).
O consumo excessivo de gorduras saturadas ou gorduras trans aumenta de maneira significativa os níveis do LDL colesterol e, consequentemente, o risco cardiovascular. Uma dieta saudável associada à prática regular de exercícios físicos estão na base da prevenção cardiovascular.



O médico cardiologista Dr. Gilberto Lahorgue Nunes segue esclarecendo
dúvidas de pacientes e questões que chegam por meio de suas redes sociais.

Atenção para sinal de cansaço após cateterismo.

Não é normal sentir cansaço após o cateterismo. O procedimento não causa cansaço.

Se a pessoa apresenta cansaço ou dor no peito após o cateterismo é sinal de que algum problema aconteceu.

O cansaço pode ser um alerta para alguma complicação relacionada ao exame ou uma manifestação da doença cardíaca, que levou o médico a solicitar esse cateterismo.

Sentir-se cansado após o cateterismo é sinal de que alguma coisa não está indo bem e, consequentemente, o seu médico deve ser consultado imediatamente.



O médico cardiologista Dr. Gilberto Lahorgue Nunes explica como proceder após o exame.

 

Uma das perguntas frequentes dos pacientes é se pode trabalhar depois de um cateterismo.

Independentemente da técnica utilizada, seja cateterismo via radial (pelo punho) ou via artéria femoral (pela virilha), no dia em que o procedimento foi realizado, não se deve trabalhar.

Após o cateterismo, é necessário que a pessoa fique um período de observação no hospital, que pode ser de 3 a 4 horas quando feito pelo punho, e de 4 a 6 horas quando pela virilha.

Geralmente, se a atividade profissional requer deslocamento, recomenda-se que isso ocorra no dia seguinte ao exame. Já se for um trabalho em casa, home office, no computador, por exemplo, é possível trabalhar no mesmo dia do procedimento após ser liberado para casa. “Sempre tendo o cuidado de, se o cateterismo tiver sido feito pelo punho, não forçar o braço no qual foi realizado, pegando peso ou digitando durante muito tempo no computador”, ressalta o cardiologista.

No caso de ter sido pela virilha, indica-se para o paciente não caminhar demais e não subir escadas frequentemente. Também é aconselhado, no caso de trabalhar sentado, tentar, na medida do possível, ficar com a perna em que foi feita a punção esticada.

 

Créditos: Freepik.com

 


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